Dia 15 de janeiro de 2011, a empresa na qual trabalho me ofereceu este curso, e adorei. Este post deveria ter sido escrito lá atrás, naquela época… mas a correria é intensa! Como não tive férias este ano, fiquei em ritmo ainda mais frenético. Mas sempre é tempo e hora de se comentar sobre boas iniciativas. Então, lá vai! :)

O curso é um convite ao respirar design ao som de Beatles e companhia super agradável. Encontrei dois amigos do Design Feevale por lá (né Bruno Schilling e Bruno Lorenz? :) ).

Professor Vidal e alunos

 

Professor Vidal e alunos

 

Através de exercícios práticos, fomos revendo os conceitos de design amparados pelos princípios Beatles. Eu não conhecia a professora Ligia e o professor Vidal pessoalmente… e fiquei encantada com o modo simples, direto e cativante com o qual eles conduziram uma aula que passou voando! Ficamos imersos nas atividades e acabamos nem nos dando conta de que o tempo voava.

 

Os 'musos' inspiradores do curso.

Professor Vidal

 

Super recomendo! Quero me organizar para fazer outros cursos promovidos pela SCHDS!

Alunos e professora Lígia, ao centro (blusa rosa).

 

Design e mercado

novembro 30, 2010

Ultimamente venho recebendo muitos emails com a mesma inquietação e quase desespero. Amigos, colegas e conhecidos em busca de uma vaga em design, queixam-se de muito procurar e de nada encontrar. Fiquei ao mesmo tempo espantada e preocupada.

Pergunto: será o mercado de trabalho tão implacável assim? Ou talvez não exista foco ou qualificação suficiente?

Capítulo 1 – Qualificação

Hoje em dia, ter apenas um curso superior não quer dizer absolutamente nada. É preciso mais. Só me dei conta de quantos cursos eu havia feito, quando fui levar os certificados para a avaliação de horas complementares exigidas pelo MEC: 52 cursos – de ilustração, de photoshop, de hardware (!), de portfolio, de design de superfície, de illustrator, de flash, de HQ, de… 52 cursos. Ao invés de gastar dinheiro com festinhas durante a faculdade toda, investi em livros e em cursos. Não, não estou dizendo que virar cdf e se enclausurar em casa seja a solução. Mas sim, estou dizendo que cair de bêbado pelos butecos da cidade não fará de ti um designer. Quando era estagiária do Centro de Design da Feevale, ganhava só R$ 400,00. Destes, R$ 200,00 eram para livros, todo mês, durante 1 ano e 1 mês. Resultado: biblioteca com mais de 40 livros de ilustração, design, moda e estamparia. Não estou dizendo que sou um modelo a ser seguido… até por que, cansei de virar madrugadas freelando e matando aulas. Acontece. O que estou dizendo, é que temos escolhas. A hora de iniciar a nossa construção profissional é *durante* a faculdade, não depois.

Capítulo 2 – Procurando emprego

Eu esperei a hora certa e então disse: ‘ok… hora de virar efetivada em uma empresa’. Decidi isso faz uns 5 meses. A partir de então, comecei a ligar para as empresas nas quais eu tinha interesse. Ligava e pedia para falar com o responsável pelo setor de criação (por que eu não nunca deixei que a secretária avaliasse meu potencial para o cargo, haha). Não, não se deixa currículo na empresa, sem marcar entrevista. Sim, o teu currículo vai para o lixo ou para a gaveta, caso entregue na portaria. Ou tu estudou design para o porteiro analisar a tua qualificação?

Outra coisa: design é um curso relativamente novo no Brasil. No RS, agora é que a mentalidade está se abrindo à importância do design. As empresas estão não apenas dando valor, como *procurando* designers qualificados. E muitas delas, não encontram. E sabem por quê? Por que o mesmo mercado que alguns dizem ser implacável, está é carente de qualidade.

Vocês procuram emprego como? Colocam trabalhos em um blog do wordpress e vão mostrar para o futuro chefe?

1) A maioria dos chefes das grandes empresas da região do Paranhana e  Vale dos Sinos não sabe nem *ligar* o computador. E isso, simplesmente porque não precisam saber. Iniciaram suas empresas em fundos de quintal, passando cola nos sapatos, cortando dedos modelando, passando produtos químicos nos couros e sintéticos. Alguns fazem isso até hoje, e bem. Vai chegar pro empregador e dizer ‘tio, liga o computador aí? Ah! E a internet?’? haha Boa sorte.

2) Os empregadores não querem saber das tuas notas na faculdade, tampouco quantos cursos tu fez. Eles querem saber o que tu sabe fazer, quais foram tuas experiências e com quem.

3) Portfólio não é para mostrar pra mãe, tia ou vó. Porfólio é uma amostra de teus trabalhos e aptidões. Deve existir em formato digital *e* impresso. Um não exclui a importância do outro. ‘Ah, mas é caro imprimir…’ Sim, é. Mas portfólio não é uma pasta com toda a tua vida. Portfólio é uma seleção criteriosa de teus melhores trabalhos. Se tu tiver 5 bons, que te dão um baita orgulho, são estes que precisam ser impressos. Os outros 57 mais ou menos, mostra pra vó.

Capítulo 3 – Postura profissional

Gente, não me entendam mal. Ou, se quiserem, entendam. Mas como vocês me mandam emails pedindo emprego, posso ser direta e dar minha opinião, certo? Vocês abriram este espaço.

Nunca, jamais, em hipótese alguma, envie email pedindo emprego com coisas do tipo ‘já enviei currículo até pro papa e nada’, ‘estou apelando aos amigos’, ‘estou desesperada e preciso de uma oportunidade’. Tu vai pedir emprego dizendo que ninguém te quer? Hello? Oi? Tu pode estar na m**** completa, mas sorria sempre. Diga que está como freelancer e te valorize. Mas nunca diga ‘é, parou, sabe… tive uns 2 trabalhos mês passado…’, sério.

Se tu não arranja nada, já experimentou entrar em contato com empresas e prospectar projetos? Por exemplo: tu tá a fim de começar em uma empresa. Já analisou os produtos dela? Procurou conhecer os processos? Crie algo e ligue para lá. Diga que tu és estudante de design/designer, e que gostaria de mostrar alguns projetos e trocar ideias. Talvez o primeiro trabalho saia de graça ou quase de graça… mas o segundo, com certeza só sairá barato se tu quiser.

Eu tenho um lema: ” Ou cobre um preço justo, ou faça de graça”. Aceitar ’50 pilas’ por ilustração ou desenvolver um site por ’140 mangos’, é o fim. Tão rindo? Se soubessem a quantidade de colegas que fazem isso, não ririam. ‘Ah, mas eu tô precisando…’ Ah é? Eu preciso de dinheiro para o ônibus, para as minhas contas, para as minhas coisas. Mas não me prostituo para conseguir isso. Aceitar o ‘quase nada’ de pagamento, é estragar o mercado de trabalho de quem está na batalha dignamente, cobrando preços justos. Se tu não pode cobrar o que os bons cobram, aconselho a melhorar… ou então, a mudar de profissão.

Gente, espero que este post tenha ajudado.

Não o escrevi no intuito de desmotivar ninguém. Muito pelo contrário! Temos que enxergar soluções, refletir sobre nossos posicionamentos. Se as coisas não estão dando certo, não é hora de achar culpados. Isso não é Inquisição… isso é mercado de trabalho. Conheço muita gente boa que anda gastando energias sem precisar. Está faltando foco, minha gente. Foco e reflexão.

Se vocês soubessem quantos trabalhos eu fiz de graça, apenas para ter meu nome divulgado… haha Tudo na vida tem um começo.

Bora imprimir alguns trabalhos e fazer um portfólio online?

O DeviantArt tem um ótimo. Para ter acesso, é só criar uma conta em http://deviantart.com e acessar http://portfolio.deviantart.com/, logado no site.

Com o portfólio em dia, é a hora de ligar para aquela empresa e agendar uma entrevista.

Boa sorte! :)

Design²

agosto 28, 2010

Como diz a designer e amiga Renata Rubim: ‘Design de Superfície não é design superficial’.

 ’E aí! O que tu estuda? No que tu trabalha?’, respondo que estudo Design Gráfico, trabalho com design, ilustração e estamparia. Mas a pergunta vai além: ‘hmm… e por que não estudou moda’?

Ainda é difícil a compreensão sobre as diversas áreas de atuação possíveis, estando o profissional trabalhando com design. Para alguns, é quase impossível compreender que o design está presente em toda a área que exigir metodologia, pesquisa, análises, conceitos, desenho, projeto.

Eu optei pelo Design Gráfico justamente porque eu queria uma visão mais ampla do universo de cores, formas, composições. E eu quis estudar design para estar rodeada pelas  mais diferentes formas de expressão gráfica. Eu curto desenhar, mas eu curto moda também. Mas não curto só moda, nem só desenhar. Curto também animação, games, ilustração em geral. Mas não apenas isso. Meus desenhos tem projeto. Meus desenhos tem conceito, briefing, cliente.

Não me vejo costurando ou modelando uma bolsa. Mas me vejo pesquisando tendências e criando um croqui artístico da bolsa que desejo ter, com a padronagem que eu idealizei. Desfiles, coleções de moda, figurino… acho muito interessante. Gosto de ler sobre, de escrever sobre, de pesquisar sobre isso. Mas não me vejo criando roupas.

Já fiz algumas animações para trabalhos de faculdade e estou trabalhando em projetos relacionados ao universo dos games. E adoro!

Um designer precisa ter a visão do todo. Afinal, para que possamos partir para o caso específico do projeto, precisamos contextualizá-lo em tempo, espaço, história. Precisamos deixar claro quais são os objetivos, traçando metas. E cuidando de prazos. (E não digo isso porque sei que a minha orientadora vai ler, não. Digo porque sei da importância destas etapas. ps: Beijo Daia!)

‘Ok, mas tu gosta de desenhar, trabalha com ilustração, animação, estamparia… tu não sente falta de foco?’

O meu foco é o Design Gráfico. Simples como pão com manteiga. :)

‘Mas e identidades visuais, folders, banners, sites? Tu também faz?’

Faço, claro. Mas não é o que mais gosto.Desenvolvo portfolios, catálogos, materiais impressos em geral… sem problema.  Mas não nego:  para mim, as cores e composições que crio para as padronagens têxteis são infinitamente mais encantadoras e cheias de significado do que um redesenho de rótulo de vinho ou uma identidade visual para uma rede de padarias. Não desmerecendo estes projetos, obviamente.

Quando crio um módulo, quando estudo a composição deste módulo, quando mando à impressão e quando vejo o tecido saindo da máquina, sinto muito mais felicidade do que quando faço uma identidade visual.

Faço design para a minha realização pessoal e profissional. Aceito apenas projetos nos quais acredito. Se não bater aquele friozinho na barriga, aquela inquietação por começar a projetar, já sei que não me sentirei feliz desenvolvendo o case.

E então, hoje  eu digo: não posso aceitar. Mas claro, isso eu aprendi na prática. Aprendi inclusive quando tive que abandonar um projeto ano passado, de tão estressada que eu estava. Foi o ponto crucial que me fez entender que design não é bife na chapa, design não se faz rapidinho, design não é o recurso para tapar furos cometidos por outros, design precisa vir com planejamento, design sem briefing decente *não rola*. Não, nem se a grana valer muito a pena: a grana recebida acaba, baby. Já a dor de cabeça…

Há 5 anos atrás, me pediram um ‘logotipo’. Eu fiz, cobrei R$ 120,00 e a mulher achou caro e não quis. Hoje eu lembro e me mato rindo. 120 pilas. Uau! Mas quando a gente tá começando, sem noção nenhuma de quanto cobrar, comete mesmo um monte de besteiras. A última identidade visual que fiz, custou 15x os 120 pilas. E o cliente adorou, pagou, tudo numa boa.

Outra coisa que aprendi: não se faz design para quem não é capaz de compreender design. Explicando melhor: cliente mala que acha que sabe e que na verdade manda o sobrinho fazer. Na primeira reunião com o cliente, já deixe claro quem é o designer. Afinal, uma coisa é respeitar o briefing. Outra, bem diferente, é colocar o fator brega touch acima do bom senso. (ps2: aliás, pega este fator aí e manda às favas)

‘Senhor cliente, o senhor me contratou porque acredita no meu trabalho, certo? Ok. Então deixa eu fazer o meu trabalho’.

E sou meio careta: o começo deve ser com papel e lapiseira, sim. Tu pensa e a mão obedece, desenhando o que tu estás pensando. Este primeiro contato do pensamento com o papel, é um dos principais norteadores da concepção das ideias. Computador é ferramenta de acabamento digital. Vetorização e colorização vem depois, bem depois.

E não, meu senhor. Não posso ‘tirar a etapa de pesquisa para baratear o custo, já  que o senhor pode procurar no google e me passar por email as imagens dentro do word’.

Mas é que isso é Design². Posicionamento, respeito, planejamento, projeto.

E é um caminho longo a ser percorrido.

Que bom! Te encontro por aí, se nosso caminho for o mesmo.

Uma estampa de 1945

julho 30, 2010

Adoro brechós e antiquários. Se eu tivesse mais tempo, passaria tardes e tardes olhando objetos antigos. Penso que cada um deles tem um pouco de quem os usou. Acho isso tão legal! Saber que algo passou de mãos em mãos… que algo se transformou de simples objeto, a uma lembrança querida.

O post de hoje é sobre um destes objetos que acabou se transformando em lembrança.

O vestido foi comprado em 1945, aqui no Brasil. A senhora que comprou, amava a padronagem.

Ela levou o vestido ao seu país, Alemanha.

Quando o vestido saiu de moda, ela desfez todas as costuras, lavou e passou o tecido. Quando minha tia casou e foi morar na Alemanha, a senhora passou o tecido para ela: a senhora queria que a estampa que ela tanto gostou voltasse para o Brasil.

Minha tia trouxe e guardou o tecido em Petrópolis – RJ, até sua mudança para Gramado – RS. E claro, entre tantas mudanças, este ficou perdido dentro de algum baú.

O tecido é de 1945. Seda pura, branca. Impressão em duas cores – azul e marrom. Minha tia ganhou o tecido antes de seu casamento. Minha tia chegou aqui no sul e entregou à minha mãe, pois minha irmã faz Design de Moda e eu, Design Gráfico, e minha tia pensou que podíamos fazer algo com ele. Minha mãe guardou o tecido.

Ontem, 29 de julho de 2010, recebi o tecido. Minha mãe lavou, passou… ele já está um pouco amarelado, de ficar deitado. Mas eu aceitei. Vou guardar com carinho até bolar alguma coisa especial para fazer com ele. Quem sabe um sketchbook, para inspirar minhas criações?

Este seria um autêntico vintage!

ScribblerToo

julho 23, 2010

Estes dias vi uma dica muito bacana no twitter. Dica que veio do querido e maravilhoso ilustrador Draco (@dracoimagem): o ScribblerToo.

No site http://www.zefrank.com/scribbler/scribblertoo/ é possível desenhar sketches rápidos. As texturas remetem a uma teia de aranha, e as ilustrações ficam muito interessantes.

Não me aguentei e desenhei também. hehe

Essas foram as minhas criações.

É quase impossível sair algo feio. Os desenhos ficam tão gestuais e orgânicos!

Com certeza, uma boa dica para quem curte uns rabiscos despretenciosos.

Samorost

maio 24, 2010

Fico encantada com a criatividade, delicadeza e capricho dos games da Amanita Design.

Eu já havia jogado ‘Machinarium’, adventure game da Amanita, e amado. (Assim que der, comento aqui sobre ele) Samorost segue a mesma linha aventure + puzzles, com estética de deixar qualquer um com queixo caído.

Valendo-se da percepção do jogador, os games da Amanita trazem sutilezas divertidas para os atentos aos detalhes. Cores, formas e enredos são sempre sincronizados. Aliados ao som calmo, repleto de musiquinhas bonitas e lentas, os gráficos ganham vida.

Samorost é todo feito em flash. Possui 7 fases diferentes, nas quais os puzzles se dividem de acordo com a sequência correta de ações que o jogador precisa realizar para solucioná-los. O game é todo jogado com o mouse, sendo que passando o cursor por cima do cenário, já existirão dicas para encontrar o caminho certo para a solução do puzzle!

Um fato curioso, é que após o término de cada fase, o game te diz a senha correspondente: isso facilita bastante quando por exemplo, desejamos parar o game em um momento para retomá-lo em outro: não é preciso recomeçar o game todo, apenas a fase desejada. Este é o modo de ‘salvar’ a parte na qual pararmos. (Sugiro que sejam anotadas estas senhas. Podem ser úteis! :) )

Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre a empresa Amanita Design, eis o link: http://amanita-design.net/

Taí! Gostei.

abril 27, 2010

Eu e um amigo conversamos sobre design, diferenças entre criação e projeto, diferenças entre arte e design.

Desta conversa e desta análise, surgiu o desejo de questionar meus amigos e seguidores do twitter.

Abaixo, algumas das respostas que recebi, via DM no twitter, via timeline aberta do twitter, email.  Foram mais de 50 (!) respostas. Obrigada a quem destinou um pouco de seu tempo trocando essas ideias e pensando um pouco sobre design.

O que é arte e o que é design?


” Ser artista é sair desenhando, ilustrando, sentindo. Ser designer é ser projetista: pode parecer chato isso, mas não é. É a mais pura das verdades! Se não houver foco e pesquisa, não existe projeto e nem design.”

“Arte é o que não tem função prática.”

” Arte e design? Penso que seja algo do tipo: fiz uma ilustração e colei na parede = arte; fiz uma ilustração e apliquei numa camiseta = design. Mas não só largar a ilustra lá e deu. É ter pensado no processo, ter pensado no método, nos materiais, ter feito pesquisa antes.”

“Nossa. Isso é assunto para horas… mas arte manda diferentes mensagens. Design manda a mesma mensagem para todos.

A arte, quando é boa, se comunica em diferentes níveis para diferentes pessoas. Cada um recebe a obra de arte de uma forma.”

“O design deve ser, acima de tudo, funcional. A arte pode ser apenas bela.”

“Tina, tu quer mesmo saber isso? hahahaha Bom… design é método com aplicabilidade viável. Tudo que não é isso, não é design”

“Andam de mãos dadas. Mas com certeza, não são irmãos siameses. Um bom design pode ser uma obra de arte. Mas uma obra de arte não é design”

“Design é estética, é função, é aplicação, é inovação, é originalidade, é o desejo de motivar e incrementar processos, é método, é criação. Arte é estética e criação. Portanto, penso que arte é apenas uma das etapas no design.”


Taí. Gostei.

O retorno foi maior do que eu esperava. Meus emails ficaram abarrotadinhos, meu twitter ganhou uns caracteres interessantes e eu fiquei feliz com o que li.

No link abaixo, enviado por @DoisEspressos, pode-se ler  mais sobre este tema. E eu poderia ficar aqui por horas e horas, pensando sobre isso.

http://www.webdesignerdepot.com/2009/09/the-difference-between-art-and-design/

E para vocês? O que difere a arte do design?

Sigamos pensando nisso. :0)

Eu queria ter postado uma ilustração sobre o que o design representa para mim. Mas, como toda boa e guerreira estudante de design e designer, estava fazendo design até tarde ontem a noite, não podendo criar algo especial para o blog.

 

Hoje, dia do designer, é dia de refletir o papel do bom design. O que é design? Só formas bonitas e coloridas? Algo clean ou rebuscado? Algo de autoria famosa ou desconhecida? Intuição ou pesquisa?

 

Design é, antes de tudo, projeto. Te procuram para criar algo, tu lê o briefing do algo, tu imagina algo, começa o brainstorming do algo, tu esboça este algo, tu pesquisa sobre este algo, tu rabisca mais este algo, tu busca similares deste algo, tu compara este algo, tu aprimora este algo, tu redesenha este algo, tu joga este algo no lixo e recomeça do zero, tu desenvolve este algo, tu vende este algo, tu lucra com este algo: e este algo só será algo bom, se for amado por quem o criou, não importando as dificuldades projetuais e mudanças ocasionais.

 

No começo, no meio e no fim, ser designer é ser feliz.

Então, viva aos bons designers!

Colorir é…

outubro 7, 2009

Miss-Sunshine

Enxergar além do que os olhos podem ver. Ao invés de ver apenas um rosto colorido, entender que o rosto está realizado. Conceber o porque disso: entender que a surpresa é deixar-se levar pelo entendimento da mente pronta para crescer.

Colorful_Ship_by_lightsofreason

Navegar sem destino ou paradeiro. Deixar-se levar, às vezes. Procurar a rota certa dentro da gente para depois procurar a rota fora. E conhecer o mundo através da porta de nosso espelho.

Elvis_Presley_by_lightsofreason

Ter ídolos, ser fã de alguém, cantar até tarde, madrugar vendo filme, beijar na boca, fazer pipoca e beber guaraná.

Colorir é fazer valer a pena: nossas vidas, nossas metas, nossos sonhos.

Job-3_feevale_arquimedes
Job-3_feevale_darwinJob-3_feevale_newton
“Quem tem conhecimento, não precisa de sorte.”
Direção de arte e redação: Ingrid Scherdien
Assistentes: Michel Bedin e Maurício Roberto da Silva
Ilustrações: Martina Viegas
Produção do curso de Criação de Portfolio Publicitário, promovido pela Feevale.
Sob a direção de Alberto Ribeiro Ourique, Minwer Mahfuz Daqawiya e Felipe Schlickmann.

Estampa elaborada para concurso Monocromático do site Camiseteria.

http://www.camiseteria.com/design.aspx?did=30964

Ilustração 'Compartilhe o seu melhor'

Ilustração 'Compartilhe o seu melhor'

Aplicação em camiseta

Aplicação em camiseta

Obrigada, Rod, pelo help no template.

Estampa Punk Rock que criei para Fimec, ainda quando estagiária do Centro de Design Feevale.

Estampa conceito que desenvolvi para o Centro de Design

Estampa conceito que desenvolvi para o Centro de Design

A estampa foi toda feita através de desenho manual com canetinhas de diversas cores e nankin, em tecido firme de aparência semelhante a um brim, mais robusto.

Não ficou uma belezinha?

Sapato conceitual desenvolvido pelo núcleo de Design de Calçados e Artefatos do Centro de Design Feevale.

Outro ângulo do calçado criado pela equipe

Outro ângulo do calçado criado pela equipe

Estampa ‘Welcome to Cuba City’, que desenvolvi para Rafaela Furlanetto.

Abaixo, estampa aplicada na bolsa de autoria de Rafaela.

"Welcome to Cuba City" estampa desenvolvida para Rafaela Furlanetto.

"Welcome to Cuba City" estampa desenvolvida para Rafaela Furlanetto.

Minha criação: "Welcome to Cuba City"

Minha criação: "Welcome to Cuba City"

Estampa Passos do Brasil

junho 22, 2009

Projeto pessoal de estampa em módulo de repetição.

RAPPORT-ESTAMPA-SAPATOS_FINAL

Estampa que desenvolvi ainda como estagiária do Centro de Design Feevale, para campanha vestibular 2009/02 da Instituição.

Camisetas frente e verso com estampa que elaborei junto ao Centro de Design

Camisetas frente e verso com estampa que elaborei junto ao Centro de Design

Campanha Vestibular Feevale 2009/02 - elaborada por 10 Propaganda

Campanha aprovada para o vestibular 2009/02 Feevale: estampa deveria seguir este conceito. Campanha não idealizada pelo Centro de Design.

Nota que saiu no Jornal Feevale, edição 49, agora em maio.

Nota que saiu no Jornal Feevale, edição 49, agora em maio.

Estampa que desenvolvi para calçados Q-Sonho, linha Stéphanie, através do studio AF Design.

Esta sandália faz parte da coleção Primavera Verão 2010.

Estampa feita através de processo de sublimação.

Estampa feita através de processo de sublimação.

Outro ângulo da sandália estampada

Outro ângulo da sandália estampada

Nós, equipe do Centro de Design Feevale, estamos super engajados na nova edição do evento Projeta-me. Nesta sétima edição, o tema será os 150 anos do Theatro São Pedro, e contará com a colaboração de quatro cursos do Centro Universitário Feevale:

Design, Moda, História e Arquitetura.

Ontem, dia 27/11/2008, ocorreu o ensaio fotográfico do evento.

Noticia divulgada pela Feevale. Arte, identidade visual e materiais gráficos do evento por Martina Viegas.

Notícia divulgada pela Feevale. Arte, identidade visual e materiais gráficos do evento por Martina Viegas.

Abaixo, detalhe da ilustração criada para o Projeta-me nesta  sétima edição.

A marca d’água da imagem é uma proteção oferecida pelo deviantart.

Mais de meus trabalhos em ilustração podem ser conferidos em http://lightsofreason.deviantart.com e em breve, aqui neste blog.

Inspirei-me no art nouveau para a criação e desenvolvimento do simbolo de apoio do Projeta-me desta edição.

Inspirei-me no art nouveau para a criação e desenvolvimento do símbolo de apoio do Projeta-me desta edição.

Projeta-me: aos 150 anos do Theatro São Pedro é um projeto coordenado pelos professores Antônio Carlos Rabadan Cimadevila e Renata Fratton Noronha, além de contar com a colaboração dos demais professores do Centro de Design: Arina Blum, orientadora do núcleo de desenvolvimento gráfico; Marina Cezar, orientadora do núcleo de pesquisa em tendências e Luiz Carlos Robinson, orientador do núcleo de desenvolvimento em calçados e artefatos.

O Centro de Design é coordenado pelo professor Roberto Affonso Schilling.

Organização do evento bem como criação gráfica dos materiais de divulgação são promovidos pela equipe do Centro de Design.



Design Feevale

novembro 26, 2008

Não deixem de visitar o blog do curso de Design do Centro Universitário Feevale.

http://designfeevale.wordpress.com

Dicas, concursos, notícias e muito mais poderão ser conferidos neste espaço com design para designers.

Abaixo, alguns trabalhos que acadêmicos da disciplina de Produção Gráfica I fizeram como uma releitura de movimentos chamados raízes do Design. Serão utilizados como banners para o blog em atualizações futuras.

Ingrid Scherdien e Diego Bagattini

Construtivismo: Ingrid Scherdien e Diego Bagattini

Daniela Rech

Cubismo sintético: Daniela Rech

Bernardo Becker

Pop Art: Bernardo Becker

A disciplina de Produção Gráfica I pertence à ênfase de Design Gráfico.

Acredito que em 2009/02 eu vá cursá-la. Oba!

Inauguração Casa Rima!

novembro 26, 2008

Duas meninas para lá de empreendedoras inauguraram quinta-feira passada (20/11) a Casa Rima, local no qual tecidos maravilhosos com estampas de autoria poderão ser adquiridos.

Sucesso meninas!

E que o – bom – design ganhe, sempre, mais espaço.

Abaixo, algumas fotos da inauguração.

espaço de design com design!

Casa Rima: espaço de design com design!

estampas de autoria para públicos de bom gosto.

Casa Rima: estampas de autoria para públicos de bom gosto.

Mais fotos em http://casarima.wordpress.com/

É com muita alegria que, mesmo com um pouquinho de atraso, escrevo em meu blog que duas amigas minhas venceram o prêmio Bornancini em duas categorias distintas.

Daniele Bertão, na categoria Design de Moda> Acessórios – com seu acessório denominado ‘Acessório de Moda com destaque em Paris’ e Renata Rubim, em dupla com Débora Lacroix na categoria Design de Superfície, com seu projeto de piso ‘Ellos’.

Não é segredo para ninguém que me conhece, o quanto admiro a Renata.

Pessoa maravilhosa e grande designer!

A Dani conheço há pouco tempo e já posso dizer que é uma profissional de competência e garra indiscutíveis.

Fiquei muito feliz por ter feito o layout do trabalho da Dani e manipulado as fotos. É sempre uma grande satisfação contribuir para a vitória de profissionais iguais a esta menina! Fiquem de olho nela… Ela ainda dará – mais ainda! – o que falar.

Parabéns, meninas! Vocês merecem!

Abaixo, fotos dos projetos vencedores.

acessório criado por Daniele Bertão

Acessório criado por Daniele Bertão

Piso criado por Renata Rubim e Débora Lacorix

Piso criado por Renata Rubim e Débora Lacroix

Os demais vencedores do prêmio Bornancini edição 2008 podem ser conferidos no site http://www.apdesign.com.br/salao2008/vencedores.html

Olá!

O intuito deste espaço é o de trazer para mais perto de nosso olhar algumas questões, posicionamentos, trabalhos e designers que merecem mais atenção. Um espaço feito por uma designer em construção. Um espaço para um papo aberto, simples, direto. Um convite à reflexão, para que possamos cada vez mais pensar em design.

Estejam à vontade.

Um abraço e pense design!

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